O vocalista do Architects, Sam Carter, concedeu uma nova entrevista à Metal Hammer em que falou sobre diversos assuntos incluindo preconceito no mundo da música e liberdade artística. “As pessoas não eram apenas horríveis, mas também usavam calúnias homofóbicas como um insulto”, disse.
Architects é um dos maiores nomes do metal contemporâneo. Seu disco mais recente, “The Classic Symptoms of a Broken Spirit” (2022), apareceu em várias das principais listas de melhores do ano. O vocalista Sam Carter portanto tem bastante propriedade para falar sobre preconceito neste segmento. O assunto foi introduzido na conversa pelo jornalista Dannii Leivers, que questionou o o cantor sobre opinião da cantora Willow Smith de que o metal foi guardado por velhos brancos por muito tempo.
Sam Carter disse que concorda e compartilhou um pouco da sua experiência com o preconceito no mundo da música. “Sim. Durante anos quis usar um pouco de maquiagem, me expressar e dar um show. Mas eu não fiz isso por muito tempo porque eu estava tipo, ‘As pessoas vão me irritar e eu não quero isso.’ E então eles fizeram. As pessoas não eram apenas horríveis, mas também usavam calúnias homofóbicas como um insulto“, relatou.
O cantor acrescentou uma reflexão na sequência e mostrou indignação em relação a como o preconceito pode limitar a liberdade artística: “Eu senti que essa cena quando estava crescendo e quando estava na escola era uma cena tão inclusiva para os párias. Como se tornou este mundo onde é como, ‘Você não pode fazer isso se for uma mulher … Você não pode fazer isso se for gay’. Tipo, que porra é essa? Há muitas barreiras em torno da liberdade artística.”
Sam Carter, vocalista do Architects, fala sobre preconceito e liberdade artística
Vocalista comentou a opinião da cantora Willow Smith sobre a falta de diversidade no segmento metal

