O Rival Sons acaba de liberar o terceiro single de seu sétimo disco de estúdio, “Darkfighter”. A faixa se chama “Bird In The Hand” e traz uma reflexão sobre viver o presente de maneira intensa.
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“Bird In The Hand” intercala harmonias acústicas, típicas do southern rock, com estruturas intensas e melódicas direcionadas por guitarras distorcidas. O vocalista Jay Buchanan comentou o significado da nova música em comunicado enviado à imprensa:
“Há uma letra lá, ‘vamos descer até o rio onde a água corre calma e profunda, para espalhar as cinzas da bagunça que eu costumava ser.’ Você pode queimar muito tempo apenas tentando encontrar sua pista, sua intenção realizada”, disse de forma um tanto enigmática.
O cantor sugere que a inspiração veio da necessidade de vivenciar de forma imersiva a experiência do tempo presente. “Em algum momento você aceita a reencarnação como um processo de vigília. Construa, refine e queime de novo e de novo e a letra, ‘Um pássaro na mão, agora é um milagre em que posso acreditar’ é o compromisso imersivo com o presente”, acrescentou.
A nova música do Rival Sons vem na sequência dos singles “Rapture”, divulgado em janeiro, e “Nobody Wants To Die”, lançado em outubro do ano passado.
Rival Sons lança dois discos em 2023
“Darkfighter” é sucessor de “Feral Roots”, de 2019, que rendeu duas indicações no Grammy 2020, Melhor Performance de Rock, pela música “Tool Bad” e Melhor Álbum de Rock. O novo trabalho terá oito faixas e será disponibilizado em 2 de junho. A banda já anunciou que tem um segundo álbum pronto intitulado “Lightbringer” cujo lançamento está previsto para o final do ano.
Jay Buchanan explicou que o período de isolamento social imposto pela pandemia contribui com a produtividade da do Rival Sons. “No final, havia realmente dois lados diferentes da mesma história sendo contada. Por um lado, você está lutando contra a escuridão e, por outro, está trazendo sua própria luz para onde não há. Um lado em um canto, nas cordas, e o outro avançando, limpando o ringue. Sem um intervalo, um período refratário, a coleta seria uma mordida grande demais, então dividi-la em duas era a única maneira de fazer isso“, contou.

