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As razões para a longevidade do Pato Fu, na visão dos integrantes

Grupo mineira celebra 30 anos de carreira com disco de inéditas

O Pato Fu se prepara para lançar no dia 31 de março, a íntegra de seu décimo terceiro disco de estúdio, que vem para comemorar os 30 anos de carreira. O primeiro lote de canções saiu em outubro do ano passado com as músicas “A Besta”, “Curral Mal-Assombrado” e “No Silêncio”. Em janeiro, a banda mineira liberou o segundo pacote que reúne as faixas “Regresso”, “Silenciador” e “Fique Onde Eu Posso Te Ver”

O grupo se formou em 1992 em Belo Horizonte, capital mineira, e, desde então, construiu uma sólida carreira, com grande destaque nacional. Em recente entrevista ao Jornal Estado de Minas, os integrantes do Pato Fu falaram sobre a trajetória da banda, novo disco e também comentaram sobre a longevidade da carreira. “É tanto pelo relacionamento que a gente tem como também pelo fato de termos sido bem-sucedidos, o que faz você cuidar mais da banda”, explicou John Ulhoa, o guitarrista e um dos fundadores. “Acho que a gente tem mais liberdade de fazer outras coisas além da banda, o que oxigena a nossa história”, completou a vocalista Fernanda Takai.

Para o baixista Ricardo Koctus, o fato de o Pato Fu ter uma identidade sonora bastante diversificada e peculiar, que se manteve inalterada ao longo dos anos, é um dos fatores que contribuíram para que eles ainda tenham relevância. “O Pato Fu é uma banda que circula no mainstream, mas não com o perfil de grande vendedor de discos. Continuamos juntos porque a música que fazemos é a mesma, não entramos em onda, sempre seguimos a nossa linha”, declarou. 

Atualmente, o Pato Fu conta com a seguinte formação: Fernanda Takai (vocalista), John Ulhoa (guitarrista), Ricardo Koctus (baixo), Xande Tamietti (baterista) e Richard Neves (tecladista). O disco mais recente da banda é “Música de Brinquedo 2”, de 2017.

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